terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mostra de fotos na Vila Madalena revela Londres em dois tempos distintos

Existe algo de marcante em Londres – além da cidade em si, claro -, que nunca mais sai da memória de quem já viveu ou esteve por lá como turista: “Mind the gap”. Essa é a senha sonora que, insistentemente, ressoa pelas estações de metrô londrino, alertando os usuários a prestar atenção no vão aberto entre o trem e a plataforma de embarque. “Gap”, em inglês, pode ser associada também a uma lacuna, um espaço no tempo.

Para a fotógrafa Ana Lucia Mariz, todas essas simbologias não poderiam ser mais apropriadas para sua nova exposição individual. Nela, Ana Lucia exercita seu olhar muito particular sobre Londres em dois momentos diferentes de sua vida. Intitulada “Mind the Gap”, a mostra será aberta hoje, às 19h, na Imã Foto Galeria, na Vila Madalena. Com curadoria de Juan Esteves, a exposição agrupa 32 imagens, entre P&B e coloridas, dispostas em duplas para assinalar esse lapso no tempo que marca a passagem da fotógrafa pela capital inglesa. Segundo ela, no entanto, a ideia não era estabelecer um diálogo literal entre os dois tempos. O que, de fato, poderia soar óbvio. Sendo assim, esses momentos passaram a ser demarcados por linguagens e estéticas distintas.

A primeira vez em que Ana Lucia esteve em Londres foi em 1989. Recém-saída da faculdade de publicidade na FAAP, em São Paulo, decidiu passar um ano em Londres, estudando inglês e fotografia. “Desde o primeiro momento, me vi como fotógrafa. Saí registrando a cidade”, lembra. De volta ao Brasil, trouxe na bagagem um vasto material fotográfico em preto e branco, produzido com uma câmera 35 mm. Retornou a Londres ocasionalmente em 1991, mas passou os 17 anos seguintes sem pisar nos domínios da rainha Elizabeth. Em 2008, por causa de uma exposição na Alemanha, deu uma providencial escapadinha até a sua querida Londres. E fotografou a capital inglesa novamente.

Já no Brasil, ela recordou-se daquela primeira safra de fotos e achou que poderia travar diálogo entre o passado e o presente da cidade. No ano seguinte, fotografou Londres já tendo em mente este projeto. Registrou a cidade em cores, com uma antiga Rolleiflex. “Em 89, eu tinha influência da fotografia clássica, de Cartier-Bresson”, conta. “Hoje, não faço mais publicidade, me direcionei para as artes visuais. Tenho uma visão mais contemporânea. São linguagens diferentes, apesar de estar na mesma Londres”, diz.

Mind the Gap – Ana Lucia Mariz. Abertura hoje, às 19h. Até 10/10. Imã Foto Galeria (Rua Fradique Coutinho, 1.239, Vila Madalena). Tel. (011) 3816-1290. Entrada gratuita.

Fonte: Jornal da Tarde

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Luciana Oliveira lança 1º disco solo em show na Vila Madalena

O mar lembra música, e a música lembra o mar. Inúmeras canções na bossa nova, na MPB, no rock e no samba mostram que a relação entre o balanço das ondas e os compositores sempre foi próxima. A brasiliense Luciana Oliveira foi tocada por essa proximidade ainda na infância. Desde quando consegue se lembrar, a cantora e compositora de 33 anos viajava anualmente com os pais cariocas para o Rio de Janeiro. A cantora, backing vocal do Natiruts, lança seu primeiro disco solo, com o sugestivo nome “O Verde do Mar”. Hoje, ela faz a primeira apresentação deste álbum na sala Crisantempo, na Vila Madalena, em São Paulo.

Tão forte é a relação dessa brasiliense com o oceano que as três músicas compostas por ela para o CD o têm como temática. Em “Rainha das Águas”, Luciana tenta desvendar os segredos das águas. “Ondas do mar que me contam os seus medos/ Ondas do mar que me contam os segredos”. Tudo ao som de um belo dedilhado de João Ferreira e percussão de Lander Mota. O baixo acústico de Oswaldo Amorim sustenta o peso necessário para a canção, que soa triste e melancólica. Outra composição de Luciana mostra sua forte ligação com a música afro-brasileira, iniciada quando cursava Artes Cênicas na Universidade de Brasília, em 2000.

Lá, ela teve contato com maracatus e afro-sambas, estilos pelos quais se apaixonou. “Foi uma identificação natural. Primeiro porque sou negra e todas as tradições que remetem à chegada dos negros no Brasil me interessam. Gosto de saber como essa cultura foi difundida”, conta Luciana. “Tudo está na música, na cultura brasileira”. Foi também em Brasília que ela conheceu a obra da sambista Clementina de Jesus e da cantora Clara Nunes. “Comecei a buscar e pesquisar mais. Estudei samba de roda, música do recôncavo baiano”. Essas referências aparecem no disco, ligadas ao samba ou ao afoxé.

Mas nos palcos, a cultura africana vai ganhar ainda mais evidência. No repertório, além das faixas do CD, Luciana irá se aventurar por músicas africanas. Entre elas, “Vazulina”, do cabo-verdiano Pantera. “Ouço muito canções de países como Cabo Verde, Mali e Nigéria”, explica a artista. A cantora confessa, ainda, ser fã de Michael Jackson – e promete fazer ao vivo uma releitura do Rei do Pop. A escolhida foi “Wanna Be Starting Something”, primeira faixa do emblemático disco Thriller, de 1982.

Show de Luciana Oliveira – Sala Crisantempo (Rua Fidalga, 521, Vila Madalena). Telefone: (011) 3814-2850. Hoje, às 21h. Preço: R$ 30.

Fonte: Jornal da Tarde

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Álvaro Petersen faz pré-lançamento do disco ‘Sibipiruna’ na Vila Madalena

Assim como a maioria dos atores que trabalham na TV Cultura, Álvaro Petersen tem uma dedicação especial ao público infantil. Na emissora há 25 anos, ele iniciou sua carreira na televisão no programa “Bambalalão”. Também já deu vida à cobra Celeste e ao Godofredo – personagens do “Castelo Rá-Tim-Bum” – à índia Oriba, ao indecifrável bichinho Dito e a vovó do Julio, do programa “Cocoricó”. Petersen agora se dirige ao público adulto ao lançar “Sibipiruna”, seu primeiro disco, com letras para balançar o esqueleto, mas também para expressar melancolia, com os sopros de Bocato (trombone), Sergio Lyra (sax) e Claudio Faria (Trompete). O ritmo fica com o percussionista Edmundo Carneiro, com Jean Trad na guitarra, Rubem Farias no contrabaixo, tudo girando ao redor da voz de Petersen.

O show de pré-lançamento do disco será nesta quinta-feira, dia 19, no Centro Cultural Rio Verde, na Vila Madalena. O ator e músico pretende também lançar o disco em outubro no Favela Chic, em Paris. O lançamento do trabalho agora não tem qualquer relação com a crise pela qual passa a TV Cultura. Petersen sempre esteve ligado à música e chegou a ser parceiro de Kiko Zambianchi quando ambos moravam em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, antes de o autor de “Primeiros Erros” conquistar projeção nacional. Mas antes de atuar, Petersen ainda cursou arquitetura e acabou deixando em segundo plano suas músicas.

Mas, na década de 90, o grupo HeartBreakers gravou “Sereia”, na voz de Hamilton Moreno, uma das músicas de Petersen que estará no disco. “É agora ou nunca”, diz, ao tomar a iniciativa de gravar o disco. “Toquei em casa de amigos, mas nunca havia colocado a cara para bater.” “Sibipiruna”, que também é uma das 11 músicas do disco, nasceu quando ele estava passeando em Maceió na década de 80 e bateu aquela saudade de casa, em Ribeirão Preto. Em frente à residência da família, há até hoje essa árvore, cujas flores amarelas e pequenas entopem os ralos de garagens, colorem calçadas. “Sibipirinuna é uma flor da árvore da minha terra e a minha casa mora em frente dela”, canta.

Apesar de se dirigir agora ao público adulto, Petersen considera que há sim alguns traços em comum do seu trabalho com o público infantil. “Se pensar que a criança se permite mergulhar nas emoções, sem as barreiras dos adultos, é possível pensar nesse lado lúdico no meu trabalho. Minha música balança o esqueleto sim, mas é também melancólica, que é uma palavra que parece hoje proibida. Muito da música hoje tem essa coisa de ”vamos erguer as mãos prá cima!!!!””, brinca. Três músicas do disco podem ser conferias no site: http://www.myspace.com/alvaropetersen.

Lançamento – Disco “Sibipiruna”, de Álvaro Petersen. Centro Cultural Rio Verde (Rua Belmiro Braga, 181, Vila Madalena). Quinta-feira, dia 19. 21h30. R$ 15.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Feira de Artes da Vila Madalena acontece neste domingo

Acontece neste domingo (15) mais uma edição da tradicional Feira de Artes da Vila Madalena.
Barracas de moda, artesanato e gastronomia ocuparão, a partir das 10 horas, as ruas Fradique Coutinho, Wisard, Fidalga e Mourato Coelho.
No dia anterior, sábado (14), na Praça dos Omaguás, a partir das 15 horas, a dupla Duofel apresentar-se-á gratuitamente, interpretando repertório variado. Neste evento atuará como DJ Sônia Abreu.
Os eventos fazem parte das comemorações dos 450 anos do bairro de Pinheiros.
O ingresso é gratuito.
Fonte: Sampa Online
quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Crumb e Shelton arrepiam na Vila Madalena

Meninos de óculos de fundo de garrafa com espinhas, cabeludos que pareciam ter caminhado desde Woodstock até ali, meninas de boina com ar intelectual, barbudinhos de piercing nas orelhas, artistas, curiosos, nerds, senhoras com jeito uspiano, senhores com ar unicampiano. E até um bebê de menos de dois meses de idade.

Nos anos 60, seus gibis “proibidos” circulavam em conta-gotas, de mão em mão, em ambientes restritos, mas a ressonância daquilo hoje impressiona. Os sumo sacerdotes dos quadrinhos underground, Robert Crumb e Gilbert Shelton, arrastaram uma pequena multidão até uma livraria na Rua Fradique Coutinho, na Vila Madalena, na terça-feira à noite. Escadarias, estantes, corredores, chão e telão na cafeteria: mais de 500 pessoas num espaço onde caberiam, talvez, umas 300. A fila chegava à rua. Os cartunistas falaram durante mais de uma hora e depois autografaram para 40 pessoas (que tinham retirado senhas com antecedência).

“Isto não é lugar para criança”, advertiu Robert Crumb, de 67 anos (ele fará 68 daqui a 19 dias), ao chegar para o encontro e ouvir um choro de bebê. Mas o primeiro encontro de Crumb com seus fãs reais foi extremamente proveitoso, do ponto de vista jornalístico: bem-informados, os admiradores faziam perguntas desafiadoras, e Crumb e Shelton, relaxados em seu ambiente natural, não se fizeram de rogados e falaram sobre tudo.

Crumb comparou São Paulo a Los Angeles, “loucas cidades modernas distópicas (o contrário de utópicas)”, disse que estava surpreso que os fãs aqui não fossem todos loucos (“Me falaram de gangues e assassinatos no Rio e em São Paulo, mas, na verdade, o que mais me surpreendeu foi a doçura de vocês”) e disse que não consegue entender por que é tão adorado ao redor do mundo. “Minhas HQs são inapropriadas e pervertidas. Não consigo entender (por que gostam de mim). Fatalmente, algum dia alguém vai levantar e me dar um tiro.”

Já Gilbert Shelton, celebrado autor dos Freak Brothers, ironizou quando alguém lhe perguntou sobre como eles, os cartunistas, mantinham o controle de suas obras quando as negociavam para o cinema (acaba de vender os direitos dos Freak Brothers): “Nos Estados Unidos, os produtores nos dão um monte de dinheiro e dizem: Vão embora!”

Um fã quis saber, à queima-roupa, se era verdade que Crumb tinha trocado um sketchbook (caderno de esboço) por um apartamento no Sul da França, onde vive. O cartunista o corrigiu: “Na verdade, foram seis sketchbooks.” Afirmou, entretanto, que não mudou para a França por decisão própria. “Foi ideia da minha mulher.”

Havia ordem na livraria, apesar do aperto. Um maluco gritou lá de cima do mezanino perguntando qual seria a personalidade morta que Crumb elegeria para tomar uma cerveja consigo. “Não tomo cerveja com gente morta. Na verdade, nem tomo cerveja”, respondeu. Só uma vez, em tom de galhofa, o cartunista ordenou que um fã dominasse sua excitação: “Shutupfuckoff!”, rosnou, e o menino riu.

Os fãs se esmeraram nos presentes. Crumb recebeu diversos discos raros de vinil de 78 rotações por minuto. O cartunista Chico Caruso trouxe três pacotes cheios de álbuns. “Parece Natal”, alegrou-se o artista. Abria todos ali mesmo na mesa, com avidez. Ao receber um vinil contendo uma gravação de Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu, Crumb cantarolou: “O Tico-Ticoooo lá. Dabadabadabá!” Mas fez careta e rejeitou um outro disco, colocando-o de lado. O vinil continha uma gravação de Bing Crosby. “Não é bom, não é bom”, repetiu. Ele disse que parou de tocar banjo em apresentações públicas (costumava se apresentar na França com o grupo Cheap Suit Serenaders) e contou que agora só toca o instrumento para seu próprio prazer.

Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Vila Madalena e mais 15 bairros terão fornecimento de água interrompido neste sábado

Moradores de 16 bairros localizados nas regiões oeste, sudoeste e central da cidade de São Paulo terão o fornecimento de águas cortado no sábado, 17, entre as 9h e 13h30, para que técnicos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) realizem manutenção na Estação Elevatória de Água do Jardim América. O número de pessoas afetadas e a previsão de restabelecimento total do sistema não foram divulgados pela Sabesp.

Os bairros que sofrerão o corte são: Paraíso, Morro dos Ingleses, Cerqueira César, Liberdade, Consolação, Vila Madalena, Sumaré, Sumarezinho, Jardim das Bandeiras, Pompeia, PacaembuPerdizesHigienópolis, Jardim América, Consolação e Jardim Paulista. Os casos de emergência serão atendidos pela Central de Atendimento 195, que funciona 24 horas. A ligação é gratuita.

Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Prefeitura de SP quer instalar bituqueiras nas ruas da Vila Madalena

A Prefeitura de São Paulo está à procura de parceiros para a instalação de bituqueiras na cidade. Em troca, permitirá publicidade nos equipamentos. Empresários de Moema e da Vila Madalena já apresentaram projetos à São Paulo Urbanismo (SP Urbanismo). Regina Monteiro, diretora de paisagem urbana do órgão, diz que nenhum projeto foi aprovado. “Eles não se mostraram economicamente viáveis”, afirma.

A ideia do governo municipal é firmar termos de cooperação com a iniciativa privada – semelhantes aos projetos de adoção de praças. Os interessados devem apresentar o modelo de bituqueira que pretendem utilizar, a quantidade de equipamentos, os locais onde serão instalados, além de indicar como a limpeza será feita e o destino dos resíduos recolhidos. Caberá à Prefeitura fiscalizar a manutenção dos equipamentos e certificar-se de que os logotipos ou nomes estampados nas bituqueiras não desrespeitam a Lei Cidade Limpa, que regula a publicidade externa em São Paulo.

“As pessoas não vão anunciar. Não é propaganda, mas parceria com a Prefeitura. Apenas daremos o crédito a quem pagou a iniciativa. É um termo de cooperação com o interesse público”, afirma Regina.

Reciclagem

Os projetos que reciclarem as bitucas recolhidas terão preferência na escolha da SP Urbanismo. Ainda não há previsão exata de onde os equipamentos serão implementados. “Não fizemos um estudo. Mas deverá se concentrar perto dos locais com maior demanda, como bairros com bares, restaurantes e empresas”, diz a diretora.

Também não há um modelo definido. A Prefeitura vai estudar cada caso e deverá sugerir alterações, caso seja necessário. “Daremos preferência aos modelos afixados nas paredes dos estabelecimentos para que não seja criado mais um elemento que atrapalhe a circulação no passeio público”, explica Regina.

Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Carro capota após colisão em cruzamento de ruas na Vila Madalena

Um carro capotou após colidir com outro em um acidente em um cruzamento da rua João Moura, na Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo, por volta das 8h45 desta sexta-feira (25). Um Fiat Palio ficou tombado com parte da frente destruída. Apesar do grave acidente, apenas um dos ocupantes se feriu, ficou com a canela machucada.

Fonte: G1

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Vila Madalena tem domingo cultural com circo, teatro, dança e música

Com o apoio da Subprefeitura Pinheiros, a Vila Madalena passou a ter um domingo cultural, com apresentações de cultura popular, circo, teatro, dança, música e hip hop totalmente gratuitas. É a 1ª Mostra Mangue Cultural, organizada pela Associação Raso da Catarina.

No total, haverá 22 apresentações, até o mês de outubro, sempre na praça Éder Sader (rua Fidalga). No último domingo (13), houve a apresentação do Z’África Brasil, grupo de rap que tem toda a bagagem cultural afro-brasileira. No próximo domingo (20) será a vez do Circo Delírio, que terá malabarismo, acrobacias, equilíbrios e comédia física, em um show em que as cenas são enriquecidas com efeitos sonoros. Encerrando o mês, o Lume Teatro se apresenta no dia 27, com o Spettacolo Artístico do palhaço Teotônio.

A ideia da mostra é ampliar a apropriação dos espaços públicos por meio da arte e da cultura, aumentando o vínculo desses espaços com os moradores e a comunidade. “A praça Éder Sader já foi muito utilizada para eventos culturais. Atualmente possui uma movimentação natural de pessoas, mas não tinha esse caráter cultural”, conta Alessandro Azevedo, presidente da associação e idealizador do projeto.

Além disso, apesar do reconhecimento da região por ser reduto de artistas, as atividades de rua na Vila Madalena são poucas em relação àquelas realizadas em locais particulares. Essa foi uma das razões da opção pela realização da mostra em praça pública. “O evento fica mais democrático.

As pessoas passam e permanecem o tempo que puderem e acharem interessante”, afirma o subprefeito de Pinheiros. Grande parte dos grupos artísticos que se apresentarão é da própria Vila Madalena. No entanto, as diferentes atividades representam a diversidade cultural que existe em todo o Brasil.

SERVIÇO

1ª Mostra Mangue Cultural
Data: Todos os domingos de junho a outubro
Horário: das 16h às 18h
Endereço: Praça Éder Sader (rua Fidalga, altura do nº 800) – Vila Madalena

Fonte: Prefeitura de São Paulo

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Domingo cultural será realizado na Vila Madalena

Com apoio da Subprefeitura Pinheiros, a Vila Madalena passa a ter um domingo cultural, com apresentações de cultura popular, circo, teatro, dança, música e hip hop totalmente gratuitas. É a 1ª Mostra Mangue Cultural, organizada pela Associação Raso da Catarina.

No total haverá , sempre na praça Éder Sader (rua Fidalga). A ideia da Mostra é ampliar a apropriação dos espaços públicos por meio da arte e da cultura, aumentando o vínculo desses espaços com os moradores e a comunidade.

“A Praça Éder Sader já foi muito utilizada para eventos culturais. Atualmente possui uma movimentação natural de pessoas, mas não tinha esse caráter cultural”, conta Alessandro Azevedo, presidente da Associação e idealizador do projeto.

Além disso, apesar do reconhecimento por ser reduto de artistas, as atividades de rua na Vila Madalena são poucas em relação àquelas realizadas em locais particulares. Essa foi uma das razões na opção pela realização da Mostra em praça pública. “O evento fica mais democrático. As pessoas que passam e permanecem o tempo que puderem e acharem interessante”, afirma o subprefeito de Pinheiros, Geraldo Mantovani.

Grande parte dos grupos artísticos que se apresentarão são da própria Vila Madalena. No entanto, as diferentes atividades representam a diversidade cultural que existe em todo o Brasil.

SERVIÇO

1ª Mostra Mangue Cultural Data: Todos os domingos de junho a outubro Horário: das 16h às 18h Local: Praça Éder Sader Endereço: Rua Fidalga, altura do nº 800, Vila Madalena.

Fonte: Prefeitura de São Paulo



Central Blogs

BlogBlogs.Com.Br